Diário Oficial de São Paulo (15/09) - Governo cria programa especÃfico para combater roubos a condomÃnios
Os roubos a condomínios passaram a ser objeto de programa policial específico da Secretaria da Segurança Pública, que definiu procedimentos unificados para o combate a essa modalidade de crime. A criação do Programa de Prevenção e Repressão de Roubos a Condomínios tem como objetivo racionalizar recursos, condições e procedimentos das unidades especializadas e de bases territoriais das polícias Civil e Militar. Todas as ocorrências em condomínios da capital serão repassadas à Divisão de Investigações sobre Crimes Contra o Patrimônio, subordinada ao Departamento de Investigações sobre Crime Organizado (Deic), mesmo que o roubo tenha sido cometido em um único imóvel. A unidade será responsável por todos os atos de polícia judiciária sobre o caso, inclusive em situações de flagrante.
Casos em que a vítima seja abordada do lado externo do conjunto, com o objetivo de facilitar a entrada do assaltante no condomínio, devem também ser repassados à divisão, além de denúncias anônimas feitas pelo Disque-Denúncia, por meio do número 181. A comunicação dos crimes em conjuntos residenciais deverá seguir para a Coordenadoria de Análise e Planejamento (CAP) da Secretaria da Segurança Pública, que alimentará banco de dados com informações das ocorrências.
Um grupo de trabalho formado em junho e coordenado pela Divisão de Investigações sobre Crimes Contra o Patrimônio reuniu-se por três vezes com o Sindicato de Habitação (Secovi), para debater práticas de prevenção e repressão a roubos em condomínios. “A participação do sindicato é importante para discutirmos os problemas e propormos soluções em conjunto”, diz o delegado titular da divisão, Waldomiro Milanesi.
Fonte: Agência Imprensa Oficial e Assessoria de Imprensa da Secretaria da Segurança Pública.
Mais informações em: http://www.ssp.sp.gov.br
Quadrilhas organizadas atacam uma casa a cada 3 dias em SP – O Estado de S. Paulo
O jornal O Estado de S. Paulo veiculou uma matéria especial sobre o crescimento do roubo a residências na Cidade de São Paulo. A reportagem assinada por Marcelo Godoy teve como base um estudo sigiloso realizado pela Secretaria da Segurança Pública sobre esse tipo de crime em São Paulo, que concluiu que 223 (um em cada três dias, em média) podem ser considerados "sofisticados”, ou seja, feito por quadrilhas ou bandidos especializados.
“Apurações feitas pelo Departamento de Investigações sobre o Crime Organizado (Deic) mostram ter havido migração de ladrões de banco e de caixas eletrônicos para os roubos a residências. Isso e o crescimento nos casos de arrastão em condomínios no Estado - foram 36 neste ano, ante 7 em 2008 - levaram à decisão da Secretaria da Segurança Pública de criar uma delegacia especializada para apurar esses delitos”, relata o texto de Marcelo Godoy (o anúncio oficial da nova delegacia está na matéria que abre este Gocil News).
O jornal traz ainda gráficos com as regiões com maior número de ocorrências, disfarces usados pelos bandidos e horários dos roubos.
A íntegra está disponível em http://www.estadao.com.br/noticias/cidades,quadrilhas-organizadas-atacam-uma-casa-a-cada-3-dias-em-sp,428398,0.htm
Um mês após SP registrar aumento no roubo de cargas, RJ divulga queda no mesmo tipo de crime
O Instituto de Segurança Pública, ligado à Secretaria de Estado de Segurança do Rio de Janeiro, divulgou no dia 17/09, queda nas ocorrências envolvendo roubo de carga. “Este delito apresentou redução de 15,5% (menos 122 casos) em relação ao trimestre móvel (maio/jun/jul) do ano anterior. Foram 663 casos em 2009 e 785 no mesmo período do ano passado. Em relação ao mês de julho deste ano ao ano anterior foi registrada uma diminuição de 20,2% (menos 52 casos)”, relata matéria no site do órgão.
Os dados contrastam com as estatísticas anunciadas pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo em agosto, que registram alta de 19% nesse tipo de crime – foram contabilizados 1.849 roubos entre janeiro e março deste ano, contra 1.490 no mesmo período de 2008.
Empresas de segurança e vigilância devem pagar taxa de renovação de registro de armas
A Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça negou o recurso do Sindicato das Empresas de Segurança e Vigilância do Rio Grande do Sul que pretendia interromper a cobrança da taxa de renovação de registro de armas. No STJ, os advogados das empresas de vigilância alegaram que elas não estariam englobadas no Estatuto do Desarmamento, já que teriam legislação especial própria do setor. A relatora ministra Eliana Calmon negou o recurso. Em seu voto, Eliana Calmon afirmou não existir previsão no Estatuto do Desarmamento de qualquer isenção do pagamento de taxas referentes ao porte de arma. Mais informações em: http://www.stj.jus.br
PM de SP vai usar câmeras capazes de detectar armas
Segundo o jornal Agora, a Polícia Militar vai instalar 30 câmeras em áreas de grande circulação da capital paulista, que poderão identificar pedestres armados, carros roubados e motoristas que cometam irregularidades no trânsito. O diferencial do dispositivo é o sistema de radiação, que consegue transformar calor em imagem e, assim, identificar pessoas armadas com revólveres ou facas, por exemplo.O alcance é de 600 metros. Atualmente, a PM conta com 102 câmeras de monitoramento
